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PTSports3 days ago

Roberto Martínez: "We left with a lot of self-criticism. We need to grow in this World Cup".

Portugal's national team coach Roberto Martínez and players reflected on their draw against Congo in the World Cup qualifiers, expressing disappointment with their performance. Martínez acknowledged the team's need to grow and emphasized the importance of adapting tactics during the match. He discussed changes made in the second half, including bringing on players like Francisco Conceição, Rafael Leão, and Gonçalo Ramos to improve attacking options.

O que aconteceu a Portugal depois de ter, aparentemente, feito o mais difícil diante do Congo? Entrou em modo gestão. O diagnóstico é feito pelo seleccionador nacional, Roberto Martínez, e por alguns dos protagonistas, depois de um empate que frustrou as expectativas de uma entrada assertiva no Mundial 2026 .

“Entrámos muito bem no jogo. Marcar o golo mudou um bocadinho a forma de chegar à área, começámos a procurar só manter a bola e não chegámos ao último terço, e isso deu uma oportunidade ao Congo de se reagrupar”, começou por analisar o técnico, na flash interview .

Porquê? Martínez não encontra uma explicação cabal, mas deixa pistas. “Depois do primeiro golo, se calhar sentimos a emoção de querer ganhar e não procurámos o espaço de que precisávamos para chegar ao segundo golo”, assumiu, desvendando as intenções por trás das alterações que foi promovendo.

“Era importante mudar o padrão de ataque. O Congo ganhava muitos duelos e era importante ter o Francisco [Conceição] para procurar outros espaços, depois o Rafael [Leão], um jogador que consegue entrar, e mais presença na área com o Gonçalo [Ramos]. O importante é que a equipa está ligada não a 11 jogadores, mas a 26. Hoje [ontem] saímos daqui com muita autocrítica. Precisamos de crescer neste Mundial”, assumiu.

Quem também se mostrou desiludido com o desfecho foi João Cancelo, que começou como lateral direito, invadiu muitas vezes o espaço entre linhas no corredor central e terminou como lateral esquerdo, quando Nuno Mendes foi substituído.

“Com o golo deles, tínhamos de ter criado mais na segunda parte, manter mais a posse de bola até abrirem o espaço de que precisávamos. A equipa precipitou-se em algumas bolas, o que deu contra-ataques do Congo. Na primeira parte até tivemos boa posse, mas faltou-nos criar alguma coisa mais para podermos finalizar. Os nossos avançados não tiveram grandes ocasiões. Foi um jogo atípico”, anotou.

Para Rafael Leão, a ansiedade também acabou por ter uma palavra a dizer. “Foi um jogo que nós controlámos. Entrámos fortes, marcámos cedo, mas com a ansiedade de fazer o segundo golo não conseguimos controlar tanto e o Congo começou a tornar-se mais perigoso”, avaliou. “Ao intervalo, o treinador pediu-nos para sermos mais objectivos, procurarmos mais os jogadores na área. O Congo mostrou solidez defensiva e conseguiu bloquear algumas jogadas nossas. Temos de corrigir a bola parada, porque somos fortes defensivamente”, reconheceu.

Já João Neves assegurou que Portugal não foi surpreendido. “O Congo não mudou a ideia de jogo. O golo que fizeram foi fruto de um esquema táctico, trabalhámos diariamente sobre isso e é mais difícil para nós digerir isso. Acho que o próximo jogo será mais bem conseguido.”

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PúblicoIndependentCenter3 days ago
Roberto Martínez: "We left with a lot of self-criticism. We need to grow in this World Cup".

Portugal's national team coach Roberto Martínez and players reflected on their draw against Congo in the World Cup qualifiers, expressing disappointment with their performance. Martínez acknowledged the team's need to grow and emphasized the importance of adapting tactics during the match. He discussed changes made in the second half, including bringing on players like Francisco Conceição, Rafael Leão, and Gonçalo Ramos to improve attacking options.

Bias read (Center): The article focuses on sports commentary and does not involve political figures, policies, or ideological debates. The content is purely analytical of a football match and includes quotes from the coach and players without any apparent bias or partisan framing.