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PTBusiness2 days ago

Netanyahu announces candidacy for the upcoming Israeli legislative elections

Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu announced his candidacy for the next legislative elections, stating he intends to win. He made this declaration following a press conference after the announcement of an agreement between the United States and Iran to end the conflict. Netanyahu emphasized that Israel's actions against Iran and the Shiite Hezbollah movement in Lebanon saved the country from the threat of 'nuclear annihilation.' He also stated that the Israeli military would remain in Gaza, Lebanon, and Syria 'as long as necessary' and reiterated his stance that Iran will never possess核

"É sempre melhor ter um acordo do que a guerra, sobretudo quando podem existir riscos de escalada", disse Emmanuel Macron em declarações à estação France 2.

"Entramos numa nova fase, que é a da cooperação e do diálogo, o que é melhor do que a guerra", acrescentou.

Um dos pontos frágeis do acordo continua a ser a ofensiva israelita no Líbano, cuja cessação consta no memorando de entendimento, e embora o líder francês reconheça que "o [movimento xiita libanês] Hezbollah seja um risco para Israel", defendeu que a longo prazo a ofensiva "é contrária aos interesses" do Estado judaico.

"O Hezbollah é um risco para Israel, isso é absolutamente verdade", mas a segurança do Estado israelita "não pode ser garantida pela conquista de um território vizinho", disse.

A política do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, tanto no Líbano, como na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, "alimenta o ressentimento e a violência de todas as populações da região".

Macron anunciou que ia, mais uma vez, tentar mobilizar a comunidade internacional para "ajudar o exército libanês a retomar o controlo do seu território".

Israel avisou já que não prevê uma retirada total do sul do Líbano, o que o Irão considera uma violação do entendimento que pode torná-lo nulo e sem efeito, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano.

Também o vice-presidente norte-americano, JD Vance, tinha já pedido contenção a Netanyahu no Líbano.

Vance instou mesmo Israel a respeitar o processo de paz iniciado com o Irão, o qual exige o fim das hostilidades no Líbano entre as forças israelitas e o Hezbollah, aliado de Teerão, seja abrangido pelo cessar-fogo total na região.

"Israel tem o direito de se defender, mas, fundamentalmente, os israelitas, como todos os outros, devem respeitar este processo de paz, essencialmente benéfico tanto para eles como para toda a região", sustentou.

JD Vance fez alusão à secção sobre o Líbano no texto do memorando por se tratar de um acordo sobre "paz regional", o que implica que as milícias do Hezbollah "não vão lançar foguetes ou drones contra israelitas e, por sua vez, os israelitas não vão agir de forma imprudente" no país vizinho, onde expandiram a ocupação terrestre nos últimos três meses.

Sobre a assinatura do acordo, Macron adiantou que a decisão de o Presidente norte-americano, Donald Trump, de assinar o documento no Palácio de Versalhes durante um jantar para o qual o tinha convidado no final da cimeira do grupo dos sete países mais industrializados do mundo (G7), em Evian (leste), foi "tomada de forma bastante espontânea".

Estava inicialmente previsto que o acordo fosse assinado na sexta-feira na Suíça por JD Vance, e pelo principal negociador e presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf.

O acordo estipula a reabertura imediata do estreito de Ormuz e o fim do bloqueio marítimo imposto pelos Estados Unidos aos portos iranianos.

O acordo estabelece ainda o fim das hostilidades em todas as frentes, incluindo o Líbano, e abre um período de 60 dias de negociações centradas no programa nuclear da República Islâmica e diluição do urânio enriquecido, em troca do levantamento total de sanções a Teerão, que pode começar desde já a comercializar produtos petrolíferos, além da disponibilização dos fundos iranianos congelados no exterior.

O acordo prevê ainda um fundo de 300 mil milhões de dólares, a ser reunido com os parceiros regionais, para a reconstrução do Irão e que Washington insiste que não vai custar "um cêntimo" aos contribuintes norte-americanos.

Read the full article at RTP Notícias
Source document: Emmanuel Macron's statements to France 2

2 reports

RTP NotíciasState / PublicCenter2 days ago
Macron does not believe the war is over and holds Netanyahu accountable

French President Emmanuel Macron expressed skepticism about the end of the war in the Middle East, emphasizing the importance of cooperation and dialogue over conflict. He acknowledged Hezbollah as a risk to Israel but argued that Israel's military actions in Lebanon are contrary to its long-term interests. Macron criticized Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu's policies in Lebanon, Gaza, and the West Bank for fueling regional resentment and violence. He also stated his intention to rally the international community to support Lebanon's efforts to regain control of its territory.

Bias read (Center): The article presents Macron's statements without overtly favoring either side. It includes direct quotes from Macron and references concerns raised by Iran regarding Israel's potential non-compliance with the agreement. The framing appears balanced, focusing on Macron's calls for diplomacy and his批评

Official sources cited

  • government Emmanuel Macron's statements to France 2
  • government Iranian Ministry of Foreign Affairs spokesperson comments
RTP NotíciasState / PublicRight5 days ago
Netanyahu announces candidacy for the upcoming Israeli legislative elections

Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu announced his candidacy for the next legislative elections, stating he intends to win. He made this declaration following a press conference after the announcement of an agreement between the United States and Iran to end the conflict. Netanyahu emphasized that Israel's actions against Iran and the Shiite Hezbollah movement in Lebanon saved the country from the threat of 'nuclear annihilation.' He also stated that the Israeli military would remain in Gaza, Lebanon, and Syria 'as long as necessary' and reiterated his stance that Iran will never possess核

Bias read (Right): The article presents Netanyahu's statements with strong emphasis on his claims regarding Israel's security and Iran's nuclear capabilities, using assertive language such as 'saved Israel from the threat of nuclear annihilation' and 'will never have nuclear weapons.' The framing highlights Netanyahu'

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