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PTEconomy2 days ago

Zelensky in Brussels to 'prepare' for peacetime

Ukrainian President Volodymyr Zelensky has emphasized the need for the European Union to prepare for potential peace negotiations between Ukraine and Russia. The article notes that Ukraine has demonstrated resilience despite reduced U.S. support and has made technological advancements in defense industries, positioning itself as a strategic partner for European security. Meanwhile, Russia appears more fragile, potentially creating an opportunity for talks. While the EU has stated it would accept any peace agreement acceptable to Ukraine, it remains unclear what role the bloc will play if such談

A União Europeia deve estar pronta para o caso de a guerra na Ucrânia entrar em fase de negociações. Volodymyr Zelensky já tinha deixado este apelo na Cimeira informal em Nicósia, que marcou a presidência cipriota do Conselho da União Europeia, e foi agora reforçá-lo a Bruxelas.

Um novo contexto, com uma Ucrânia que já não é vista como estando numa posição de extrema fraqueza – Kiev consegui aguentar a invasão russa apesar do corte do apoio dos Estados Unidos, consolidando uma posição de inovação e de avanços tecnológicos nas indústrias de defesa do país (a Ucrânia é já considerada um parceiro estratégico na defesa e segurança da Europa) – e uma Rússia mais fragilizada, pode surgir uma oportunidade para negociações entre as duas partes.

A União Europeia sempre disse que aceitaria a paz que os ucranianos aceitassem, mas a questão que ainda não tem resposta é a que se refere a qual vai ser a posição da UE se essas negociações avançarem.

Os 27 não são neutros – sobretudo depois de o governo na Hungria ter mudado (Budapeste não será o maior apoiante da Ucrânia, mas já não se opõe ou veta decisões que se traduzam num apoio a Kiev) – e é preciso admitir que não terão uma posição de negociadores como bloco.

Mas o que falta definir é que tipo de papel vai a União desempenhar se essas negociações começarem (entre Ucrânia e Rússia) o que está longe de estar decidido.

Luís Montenegro admite que ainda não existe uma posição fechada sobre este assunto: “O processo de paz pressupõe que estejam na mesa os dois intervenientes do conflito: a Ucrânia e a Rússia. E também pressupõe, a bem do projeto comum de todos nós, que a Europa possa ter um papel predominante”.

O Primeiro-ministro recorda que “tive ocasião, já há algum tempo, de ser dos primeiros a veicular a minha posição, segundo a qual a Europa não tem de ter nenhum receio em ser uma parte ativa do processo de paz para que as suas ideias possam estar afirmadas e não estarmos dependentes de intervenções de terceiros para, no fundo, afirmar aquele que é também o nosso interesse estratégico e a participação da Europa”.

Mas sobre a forma exata de o fazer os 27 ainda não têm uma solução. Luís Montenegro também não.

Eu não tenho uma posição fechada quanto à fórmula ou a metodologia mais adequada. O que posso é, mais uma vez, manifestar a minha convicção de que nós prestaremos um bom serviço à Ucrânia e à Europa, se a União Europeia tiver um papel mais ativo e proativo a aproximar as partes. Essa é a minha expectativa”.

Mas sobre nomes que possam ser adequados para a mediação entre as partes, O Primeiro-ministro refere que “não vou entrar num concurso para podermos agora escolher ou propor nomes para poderem protagonizar esse processo. O que posso dizer - também não tenho nenhum problema em afirmá-lo – é que há algumas personalidades, nomeadamente portuguesas, que fariam esse papel muito bem. É a minha convicção”.

Adesão da Ucrânia à União Europeia

A chegada ao Conselho Europeu fez-se com os 3 presidentes juntos.

António Costa, o Presidente do Conselho Europeu, realçou que “esta foi uma semana histórica para a Ucrânia. Na segunda-feira, abrimos formalmente as negociações do primeiro grupo. Este é um passo muito importante no sentido do alargamento da União Europeia e da plena adesão da Ucrânia à União Europeia. E no G7, chegámos a uma declaração conjunta com o apoio claro e firme de todos os membros do G7 à Ucrânia. Isto significa que temos agora os 27 Estados-membros unidos no apoio à Ucrânia”.

António Costa referiu ainda que “é também muito importante destacar que agora a União Europeia, os Estados Unidos e os nossos parceiros do Canadá, Japão e Reino Unido, estão todos a trabalhar em conjunto para continuar a apoiar a Ucrânia. E é por isso que, no G7, decidimos aumentar a pressão sobre a Rússia, de forma a reduzir a sua capacidade de prosseguir a guerra contra a Ucrânia. E, assim, damos um novo impulso ao nosso caminho rumo a uma paz justa e duradoura na Ucrânia”.

A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reforçou que também se queria juntar aos que felicitam a Ucrânia pela abertura do primeiro cluster.

“Este é um grande passo em frente. Parabéns. E vocês merecem, porque têm trabalhado muito para avançar e realizar as reformas necessárias. Esperamos que, durante o verão, possamos abrir mais clusters. Isto é muito importante, porque quando a Ucrânia cumpre as suas metas, nós também temos de as cumprir”.

Von der Leyen acredita que se “vive uma momento especial”.

“Tenho a impressão de que a maré está a virar. Vemos que a Ucrânia está a manter a posição, inclusive a recuperar território parcialmente, e que a Ucrânia está a viver um momento muito forte. Além disso, estamos a trabalhar, juntamente com os nossos Estados-membros, num muro antidrones para os nossos países da linha da frente. Isto mostra o quanto a Ucrânia já está integrada no trabalho da União Europeia e a avançar”.

“E isto numa altura em que enviámos uma mensagem muito forte ta…

Read the full article at RTP Notícias
Source document: Zelensky's speech at the European Council meeting

2 reports

RTP NotíciasState / PublicCenter2 days ago
Zelensky in Brussels to 'prepare' for peacetime

Ukrainian President Volodymyr Zelensky has emphasized the need for the European Union to prepare for potential peace negotiations between Ukraine and Russia. The article notes that Ukraine has demonstrated resilience despite reduced U.S. support and has made technological advancements in defense industries, positioning itself as a strategic partner for European security. Meanwhile, Russia appears more fragile, potentially creating an opportunity for talks. While the EU has stated it would accept any peace agreement acceptable to Ukraine, it remains unclear what role the bloc will play if such談

Bias read (Center): The article presents a balanced view of the situation without overtly favoring either side. It discusses both Ukrainian resilience and Russian fragility while acknowledging the EU's lack of neutrality and uncertainty regarding its role in potential negotiations.

PúblicoIndependentCenter2 days ago
To talk or not to talk to Russia, that is the question for EU leaders

Ukraine President Volodymyr Zelensky urged European Union leaders at a Council meeting to increase pressure on Russia to bring Vladimir Putin to the negotiating table. Zelensky wants EU leaders to reconsider their official policy of isolating Russia, which has kept it out of the peace process led by the United States. Meanwhile, members of Portuguese Prime Minister Antonio Costa’s cabinet have initiated brief contacts with elements of the Russian government with the aim of opening communication channels between Brussels and Moscow.

Bias read (Center): The article presents both Zelensky's call for engagement with Russia and the reported efforts by some EU officials to open dialogue with Moscow without taking an overtly pro-Russia or anti-Russia stance. The framing remains balanced, presenting facts without evident ideological slant.

Official sources cited

  • government Zelensky's speech at the European Council meeting
  • government Statements from the G7 summit regarding Ukraine

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  • governmentZelensky's speech at the European Council meeting
  • governmentStatements from the G7 summit regarding Ukraine