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BRCrimeOverlooked from the right4 days ago

The vote in the House on the bill criminalizing misogyny is due in July.

The Chamber of Deputies' working group approved the report by federal deputy Tabata Amaral (PSB-SP) on a bill that would classify misogyny as a crime similar to racism. The text is expected to be analyzed in the full chamber during the first week of July. The bill defines misogyny as practices, inducements, or incitement of contempt or discrimination against women when such behavior promotes violence, denies equal rights, or offends female dignity due to being a woman. The proposal aims to include this conduct in legislation addressing discrimination and prejudice. Tabata proposed replacing 'h

O grupo de trabalho da Câmara aprovou nesta terça-feira 16 o relatório da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) do projeto de lei que misoginia ao crime de racismo . Após apresentar a proposta na reunião de líderes na véspera, a relatora promoveu ajustes pontuais em relação à versão divulgada no início do mês. A expectativa é que o texto seja analisado no plenário na primeira semana de julho.

De acordo com a parlamentar, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), se comprometeu a pautar o PL da Misoginianos próximos dias. Inicialmente, a intenção de Motta era votar o texto em plenário nesta semana, como ele próprio anunciou em suas redes sociais, mas ainda não há consenso sobre a proposta.

Enquanto parlamentares do campo progressista veem na proposta um encaminhamento efetivo para a proteção à mulher, deputados da extrema-direita alegam que, se aprovado, o PL pode resultar em censura.

Na prática, o texto define misoginia como a prática, indução ou incitação de menosprezo ou discriminação contra mulheres, quando a conduta promover violência, negar igualdade de direitos ou ofender a dignidade feminina em razão da condição de mulher. A proposta inclui esse tipo de conduta na legislação que trata dos crimes resultantes de discriminação e preconceito.

Entre as mudanças sugeridas por Tabata está a substituição dos termos “ódio” e “aversão”, presentes na versão aprovada pelo Senado, por expressões como “menosprezo” e “discriminação”. Segundo a relatora, o objetivo foi reduzir brechas para interpretações divergentes e dar mais segurança jurídica ao texto.

A proposta também prevê pena de dois a cinco anos de prisão para injúria motivada pela condição de mulher, além de aumento da punição quando o crime for praticado por duas ou mais pessoas. O relatório ainda amplia mecanismos de combate à misoginia em ambientes digitais, incluindo medidas que podem atingir contas e perfis usados para a prática dos crimes.

“Os termos ‘ódio’ ou ‘aversão às mulheres’, além de estarem relacionados à subjetividade do agente, não são encontrados na descrição de outros crimes que também decorrem da condição de mulher, como o feminicídio, a lesão corporal qualificada e a violência política contra a mulher”, diz o parecer, que também reduz as alterações previstas na Lei Maria da Penha.

Ficou de fora, por exemplo, o dispositivo que determinava a promoção de estudos, estatísticas e avaliações periódicas sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher.

O substitutivo procura responder ao avanço da violência contra mulheres no ambiente digital ao prever a possibilidade de suspensão temporária de contas ou perfis utilizados para divulgar conteúdo ilícito de caráter misógino. Além disso, cria agravantes para crimes cometidos com o objetivo de gerar engajamento, monetização ou ampliar o alcance de publicações nas redes sociais.

A preocupação é coibir a exploração da violência contra mulheres como estratégia de audiência, influência digital ou obtenção de lucro. Tabata citou em seu relatório a expansão da chamada “machosfera”, conjunto de grupos e comunidades virtuais que difundem discursos hostis às mulheres.

O texto também amplia as hipóteses de agravamento da pena quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência.

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Source document: Relatório da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP)

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CartaCapitalIndependentLeft4 days ago
The vote in the House on the bill criminalizing misogyny is due in July.

The Chamber of Deputies' working group approved the report by federal deputy Tabata Amaral (PSB-SP) on a bill that would classify misogyny as a crime similar to racism. The text is expected to be analyzed in the full chamber during the first week of July. The bill defines misogyny as practices, inducements, or incitement of contempt or discrimination against women when such behavior promotes violence, denies equal rights, or offends female dignity due to being a woman. The proposal aims to include this conduct in legislation addressing discrimination and prejudice. Tabata proposed replacing 'h

Bias read (Left): The article presents the bill as a progressive measure aimed at protecting women, highlighting support from the left and criticism from far-right deputies who claim it could lead to censorship. The framing emphasizes the bill's intent to combat misogyny through legal means, aligning with left-wing政策

Official sources cited

  • government Relatório da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP)

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