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PTMedicine3 days ago

Portugal is considering taking part in missions in the Strait of Hormuz and will be able to recruit 30,000 more soldiers

The Minister of Defense announced in Brussels that the Council of Ministers is approving a new decree-law on personnel that will increase the number of military recruits available for the armed forces by approximately 31,000. The minister noted that recruitment numbers had been declining since 2015 when the Socialist Party took office, dropping from nearly 29,000 to around 23,000. He stated that measures have been implemented to improve retention, including salary supplements, housing, and health benefits.

O Ministro da Defesa anunciou em Bruxelas que o Conselho de Ministros está a aprovar um novo decreto-lei de efetivos que vai aumentar em 31 mil o número de militares que podem ser recrutados para as forças armadas.

“Em primeiro lugar, as boas notícias enquanto falamos estará a ser aprovado em Conselho de Ministros o novo decreto-lei de efetivos que aumentará para números próximos de 31.000, o número de militares que poderão ser recrutados para as Forças Armadas”.

“Como sabe quando tomamos posse em 2024, os números de recrutamento e de retenção vinham caindo persistentemente desde 2015, quando chegamos ao governo os números de militares nas Forças Armadas estavam próximos de 23.000. Recordo que em 2015, quando Governo, o Partido Socialista assumiu funções, o número de militares era perto de 29.000, ou seja, durante esse tempo houve uma queda de perto de 29.000 para perto de 23.000 militantes militares nos últimos dois anos” afirmou Nuno Melo aos jornalistas.

“Nós implementamos um conjunto de medidas que têm que ver com o quadro retributivo de suplementos, mas também várias outras direcionadas para a habitação, a saúde, enfim, um conjunto de medidas orientadas para aquilo que sabemos, desmotivava o acesso e levava os militares a sair. E eu acredito nessa relação de causa e efeito que houve uma inversão dos números de recrutamento, não com a mesma expressão nos três ramos das Forças Armadas, mas no cômputo geral, de forma que nos mostra a consistência, para já, dessa inversão”.

O Ministro da Defesa considera que “nós temos de crescer até esse valor desejável de 30.800 militares neste ciclo. E isso implica que nós continuemos a fazer o que temos de fazer, ou seja, estando identificados os problemas, investir nas Forças Armadas, que hoje são mais tecnológicas, acolhendo aquilo que são pretensões dos jovens do século XXI – que não serão certamente os pensamentos das expectativas dos jovens do meu tempo que cumpriram o serviço militar – dando respostas para a saúde em respostas para a habitação, dando respostas para a proteção social, tendo equipamentos que são equipamentos também próprios para as missões que lhes são pedidas. Este é um esforço que leva tempo, mas que está a ser implementado”.

Nuno Melo anunciou ainda que Portugal atingiu o compromisso de 2 por cento de investimentos em defesa no âmbito da NATO.

“É sabido já Portugal atingiu um investimento na defesa de 2,01% do Produto Interno Bruto. Significa que em 2025 concretizamos aquilo que era um compromisso de Portugal, firmado em 2014, mas nunca alcançado. Quando cheguei ao Ministério da Defesa Nacional, o investimento em defesa rondava 1,3% e este esforço é notável e que é sublinhado pela própria NATO”.

“Portugal está no top 10 do esforço ao nível das missões, ou seja, Portugal participa em missões em quatro continentes, muito para além da nossa dimensão e muito à frente daquilo que é disponibilizado por outros países mais poderosos, eu diria assim, do ponto de vista das suas capacidades militares” reforçou o minsitro.

“De resto, a NATO identifica bem aquilo em que nós estamos melhor e estamos pior. Nós, neste momento, a área onde estamos pior é a do pessoal. E daí eu ter começado pelo decreto-lei de efetivos que é muito relevante para a forma como queremos caminhar investindo no pessoal”. E onde estamos melhor é nas missões e isso é reconhecido pela NATO também no que tem que ver com o investimento de cada missão, que implica um esforço financeiro grande e implica o equipamento de muitos militares e os três ramos das Forças Armadas que estão empenhados em missões nos quatro continentes”.

Nuno Melo assegura que “Portugal está a reforçar missões e, portanto, essa é uma forma de investimento”.

Maior participação em missões

No fim das primeiras reuniões de ministros de defesa da NATO, hoje em Bruxelas, Nuno Melo anunciou ainda que Portugal vai aumentar as participações nas missões europeias. O ministro diz que o país está pronto para uma maior contribuição depois de os Estados Unidos terem anunciado que vão deixar de investir tanto na defesa europeia.

“Os Estados Unidos estão a sair em grande parte das suas capacidades, relegando para os europeus a obrigação de assegurarem a sua defesa coletiva. E Portugal está à altura desse desafio. Acabei de autorizar que Portugal integrasse aquela que é a Iniciativa Norueguesa para Defesa do Atlântico, englobando vários países, de um lado e de outro do outro lado – desde logo o Canadá, mas os principais países atlânticos europeus – e Portugal também lá estará.

Portugal está neste momento presente em quatro países, a Leste, e estuda a possibilidade de reforçar as suas participações, nomeadamente acolhendo aquele que é um pedido do governo romeno a propósito de uma ameaça crescente com drones”.

O Ministro da Defesa garante que Portugal está a ponderar a forma de participar na missão de paz no Estreito de Ormuz, nomeadamente através da operação de desminagem e da vigi…

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Source document: Minister of Defense Nuno Melo

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RTP NotíciasState / PublicCenter3 days ago
Portugal is considering taking part in missions in the Strait of Hormuz and will be able to recruit 30,000 more soldiers

The Minister of Defense announced in Brussels that the Council of Ministers is approving a new decree-law on personnel that will increase the number of military recruits available for the armed forces by approximately 31,000. The minister noted that recruitment numbers had been declining since 2015 when the Socialist Party took office, dropping from nearly 29,000 to around 23,000. He stated that measures have been implemented to improve retention, including salary supplements, housing, and health benefits.

Bias read (Center): The article presents factual information regarding changes in military recruitment policies without evident ideological framing or biased language. It focuses on policy details and historical data without taking a stance on the implications or merits of the policy change.

Official sources cited

  • government Minister of Defense Nuno Melo
PúblicoIndependentCenter8 days ago
Ukraine will raise the salaries of the military on the front line

Ukraine plans to increase salaries for frontline military personnel to improve their conditions and attract more citizens, including foreigners, to join the army. This move aims to address the significant numerical disadvantage compared to Russia.

Bias read (Center): The article presents a factual statement about salary increases for Ukrainian soldiers without overtly favoring any political perspective. It focuses on the practical goal of attracting recruits and does not include biased language or one-sided sourcing.

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  • governmentMinister of Defense Nuno Melo