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PTCulture2 days ago

In the age of AI and digitisation, no company is too small to be attacked.

The Vodafone Business Security Operations Centre (VBSOC) has attracted over 150 clients in Portugal since its launch in late January, including businesses in hospitality, retail, automotive, and government entities. The center focuses on proactive cybersecurity measures using artificial intelligence (AI), which is being used both by attackers to find vulnerabilities and by Vodafone to protect its clients. According to Nuno Bastos, head of cybersecurity at Vodafone Portugal, small businesses are also vulnerable to cyberattacks, particularly distributed attacks that target known vulnerabilities.

Desde que foi lançado, no final de janeiro, o Vodafone Business Security Operations Centre (VBSOC) já atraiu mais de 150 clientes em Portugal,  desde hotelaria, retalho e automóvel até entidades governamentais. Alguns vão testemunhar hoje sobre a sua experiência durante o Vodafone Open Day, que decorre no Taguspark. O ritmo de adoção reflete a consciencialização cada vez maior da importância da cibersegurança, independentemente do tamanho do negócio.

“Não há empresas pequenas demais para serem atacadas, principalmente no caso dos ataques distribuídos. Eles não olham à dimensão da organização”, disse ao JN Nuno Bastos, líder de cibersegurança da Vodafone Portugal. “Eles procuram vulnerabilidades que estão identificadas e que são exploradas tipicamente através de ataques de ransomware.”

A abordagem do VBSOC, cujo centro físico foi inaugurado em abril, é passar de uma defesa reativa para uma defesa proativa, com o apoio de parceiros da Vodafone – Google, Microsoft, Lookout, TrendAI – e uma componente de automação elevada. Aqui, a Inteligência Artificial tem dois papéis opostos: está a ser usada por atacantes para encontrar vulnerabilidades, mas também para ajudar a proteger as empresas.

“Nós já estamos a utilizar a IA para proteger proativamente os nossos clientes”, afirmou Nuno Bastos. Isso permite oferecer soluções que antes eram inacessíveis às empresas mais pequenas e com menos recursos.

“Hoje conseguimos ter esta componente de proatividade para clientes de PME e SOHO [small office/home office] que anteriormente só estavam ao dispor das grandes organizações”, indicou o especialista. É uma questão de automação e eficiência que permite reduzir preços, com intervenção humana em casos mais sérios.

“A IA ajuda a ter processos mais robustos, playbooks mais automatizados para identificar vulnerabilidades e depois entregamos também o serviço de pessoas, mas só nas situações de vulnerabilidades que realmente impactam o negócio com os clientes”, indicou Nuno Bastos. “E isso permite-nos descer um patamar e democratizar o acesso à cibersegurança, porque a IA não está só do lado do mal, mas também está do lado do bem e como tal, permite-nos ter preços mais competitivos.”

O centro em Portugal pode ser visitado pelos clientes e dá apoio contínuo em português, com foco nas vulnerabilidades de risco. “Porque não queremos que os clientes estejam a olhar para relatórios de incidente, queremos que estejam a olhar para métricas de negócio”, frisou o responsável.

O objetivo não é substituir a empresa nas decisões sobre cibersegurança, mas garantir que tem procedimentos de governança e resposta a incidentes, para que possa estar focada no negócio e preocupar-se apenas com os incidentes que trazem impacto real para a organização.

O que o especialista quer que as empresas tenham em mente é que a inovação traz sempre novas oportunidades de exploração e é preciso ter a mentalidade de que não há soluções 100% seguras. O seu conselho é desconfiar por defeito.

“Os ciberatacantes não dormem e não têm fins de semana”, salientou. “É sempre dia em qualquer parte do mundo e estes ataques vêm de todo o lado, não é só de Portugal.”

Nuno Bastos destacou também o papel do Service Hub, a plataforma agnóstica em que os clientes podem interagir com as equipas técnicas, requisitar contactos e gerir os seus serviços. Não só para cibersegurança, mas também para colaboração, com a integração dos serviços geridos para Microsoft 365, ambientes cloud e sistemas virtualizados.

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Source document: Vodafone Business Security Operations Centre (VBSOC)

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Diário de NotíciasIndependentCenter2 days ago
In the age of AI and digitisation, no company is too small to be attacked.

The Vodafone Business Security Operations Centre (VBSOC) has attracted over 150 clients in Portugal since its launch in late January, including businesses in hospitality, retail, automotive, and government entities. The center focuses on proactive cybersecurity measures using artificial intelligence (AI), which is being used both by attackers to find vulnerabilities and by Vodafone to protect its clients. According to Nuno Bastos, head of cybersecurity at Vodafone Portugal, small businesses are also vulnerable to cyberattacks, particularly distributed attacks that target known vulnerabilities.

Bias read (Center): The article discusses cybersecurity initiatives by Vodafone without taking a political stance. It provides factual information about the adoption of AI in cybersecurity and quotes industry professionals without evident bias or ideological framing.

Official sources cited

  • organisation Vodafone Business Security Operations Centre (VBSOC)
  • organisation Nuno Bastos, Head of Cybersecurity at Vodafone Portugal

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  • organisationVodafone Business Security Operations Centre (VBSOC)
  • organisationNuno Bastos, Head of Cybersecurity at Vodafone Portugal