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BRMedicine6 days ago

A historic Ukrainian monastery is set on fire in a Russian attack that kills four

Four people died when the historic Kyiv Pechersk Lavra monastery, a UNESCO World Heritage Site founded in 1051, was attacked by Russian forces in what authorities described as the most intense aerial attack on Ukraine's capital in two weeks. The attack occurred after Ukrainian President Volodimir Zelenski claimed to have spoken with U.S. President Donald Trump about efforts to end the four-year conflict ahead of a G7 meeting in France. The monastery, located in central Kyiv, suffered significant damage from a direct strike. Ukrainian Prime Minister Yulia Svyrydenko condemned the attack on X,指责

Quatro pessoas morreram enquanto o mosteiro Kyiv Pechersk Lavra, símbolo da história cultural ucraniana, pegava fogo, no mais intenso ataque aéreo russo à capital ucraniana em duas semanas, disseram autoridades nesta segunda-feira (15), pedindo aos moradores que se abrigassem.

Os novos ataques ocorreram após o presidente ucraniano Volodimir Zelenski afirmar no domingo (14) que havia conversado com o presidente dos EUA, Donald Trump, e discutido esforços para alcançar o fim do conflito de mais de quatro anos , antes de uma reunião do G7 na França esta semana.

O mosteiro Kyiv Pechersk Lavra, no centro da capital, patrimônio mundial da Unesco fundado em 1051, foi seriamente danificado em um ataque direto, disse Tymur Tkachenko, chefe da administração militar da capital, em uma publicação no Telegram.

"Um ataque brutal contra nosso povo e nosso patrimônio. Esta é a verdadeira face dos valores ortodoxos da Rússia ", disse a primeira-ministra ucraniana Yulia Svyrydenko no X.

Enquanto enormes chamas se erguiam sobre o mosteiro, moradores se abrigaram no subsolo no pior ataque russo à Ucrânia desde o início de junho, quando drones e mísseis mataram mais de 20 pessoas e deixaram mais de 100 feridas.

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Drones e mísseis atingiram vários prédios residenciais e danificaram linhas de eletricidade, deixando cerca de 140.000 moradores sem energia, segundo autoridades de Kyiv.

Quatro pessoas morreram e 23 ficaram feridas, disse Tkachenko.

"O que mais o Anticristo do Kremlin precisa fazer para que o mundo perceba que medidas decisivas devem ser tomadas para que o terror russo contra a Ucrânia e os próprios princípios de paz cheguem ao fim?", disse o Metropolita Epifânio, chefe da Igreja Ortodoxa da Ucrânia, no X.

A vizinha Polônia , membro da União Europeia e da Otan, acionou caças nesta segunda contra uma possível incursão no espaço aéreo, antes de cancelar o alerta e afirmar que nenhuma violação havia sido registrada, disseram as Forças Armadas em uma publicação no X.

A Ucrânia estaria "iniciando urgentemente" procedimentos junto à Unesco e outros mecanismos internacionais para garantir "respostas imediatas e adequadas a essa barbárie estatal", disse o ministro das Relações Exteriores Andrii Sybiha, em referência ao ataque ao mosteiro, com o ministro das Relações Exteriores da Estônia, Margus Tsahkna, também condenando os ataques russos.

A maior parte do território ucraniano estava sob alertas de ataque aéreo nas primeiras horas desta segunda, e drones ucranianos estavam sendo repelidos sobre a Rússia enquanto ambos os países continuavam a trocar ataques.

Cinco socorristas dos serviços de emergência foram mortos e pelo menos outros cinco ficaram feridos após um segundo ataque russo atingir Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, disse o ministro do Interior Ihor Klymenko, com três pessoas, incluindo uma criança, feridas em Sumy, segundo publicações nas redes sociais das autoridades locais.

Rússia e Ucrânia negam atacar civis deliberadamente. A Reuters não conseguiu confirmar independentemente os relatos.

A Ucrânia intensificou recentemente os ataques a instalações industriais e energéticas russas, enquanto tenta privar Moscou de receitas e acelerar o fim da guerra.

Nesta segunda, três pessoas morreram e outras três, incluindo uma criança de um ano, ficaram feridas em um ataque de drone à cidade russa de Tula, um polo industrial ao sul de Moscou, disse o governador regional em uma publicação no Telegram.

A Ucrânia também agiu durante a noite para cortar o fornecimento à península da Crimeia, no Mar Negro, anexada pela Rússia em 2014 e já enfrentando uma crise de combustível, atingindo duas pontes que a conectam às áreas controladas pela Rússia.

Antes de sua conversa com Trump, Zelenski havia proposto negociações diretas com o presidente russo Vladimir Putin para uma solução de cessar-fogo envolvendo os EUA e a Europa —algo que Reino Unido, Alemanha e França apoiaram, mas Putin rejeitou.

O Kremlin afirmou no domingo (14) que Trump disse ao líder russo que acabar com o conflito na Ucrânia era vital e que ele estava pronto para ajudar.

O progresso em direção a um acordo de paz na Ucrânia tem sido lento, com autoridades americanas e mediadores concentrados no conflito no Oriente Médio. Autoridades americanas e iranianas disseram no domingo que haviam concordado com um marco de paz para encerrar a guerra, com o pacto previsto para ser oficialmente assinado na sexta-feira (19) na Suíça.

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Source document: Tymur Tkachenko, chefe da administração militar da capital

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Folha de S.PauloIndependentCenter6 days ago
A historic Ukrainian monastery is set on fire in a Russian attack that kills four

Four people died when the historic Kyiv Pechersk Lavra monastery, a UNESCO World Heritage Site founded in 1051, was attacked by Russian forces in what authorities described as the most intense aerial attack on Ukraine's capital in two weeks. The attack occurred after Ukrainian President Volodimir Zelenski claimed to have spoken with U.S. President Donald Trump about efforts to end the four-year conflict ahead of a G7 meeting in France. The monastery, located in central Kyiv, suffered significant damage from a direct strike. Ukrainian Prime Minister Yulia Svyrydenko condemned the attack on X,指责

Bias read (Center): The article reports on an event involving a historical site being damaged during a military conflict. It includes statements from both Ukrainian officials and mentions the attack without overtly favoring one side. The framing remains neutral, focusing on the facts of the incident and quoting various

Official sources cited

  • government Tymur Tkachenko, chefe da administração militar da capital
  • government Yulia Svyrydenko, primeira-ministra ucraniana

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  • governmentTymur Tkachenko, chefe da administração militar da capital
  • governmentYulia Svyrydenko, primeira-ministra ucraniana