ON
← Back to feed
BREconomyOverlooked from the left4 days ago

Minister rebates transport sector and says end of 6x1 scale is feasible

The Minister of Transportation, George Santoro, stated that the transportation sector can adapt to the potential end of the 6x1 work schedule and downplayed concerns raised by business leaders and industry groups. The proposal to reduce the maximum weekly working hours from 44 to 40 has already been approved by the Chamber of Deputies and is under review in the Senate. Santoro suggested that changes could be implemented gradually through specific rules for different professional categories.

George Santoro minimizou impactos da mudança da jornada de trabalho no setor de logística e transportes. (Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou que o setor de transporte conseguirá se adaptar ao eventual fim da escala de trabalho 6x1 e minimizou os impactos apontados por empresários e entidades do segmento. A proposta que reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e está em análise no Senado .

As declarações do ministro vão na direção oposta à defendida pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), que estima um custo de até R$ 28 bilhões para as empresas e alerta para possíveis reflexos na inflação, nos fretes e na logística do país. Para Santoro, as mudanças poderão ser ajustadas gradualmente por meio de regras específicas para cada categoria profissional.

“O setor de transporte também vai se adaptar e nós temos outras regras mais específicas. A gente tem as regras de trabalho dos caminhoneiros. É uma conciliação dessas regras que eu acredito que, depois dessa regra geral constitucional, gente vai fazer as normas mais específicas de cada segmento. A gente vai ajustar qualquer tipo de problema”, afirmou em entrevista ao site Poder360 publicada nesta quarta-feira (17).

VEJA TAMBÉM:

Segundo o ministro, categorias que já possuem legislação própria, como os caminhoneiros contratados pela CLT, poderão ter adaptações específicas caso a proposta seja aprovada. Ele reconheceu que áreas como embarque, carregamento e operações logísticas poderão sentir mais diretamente os efeitos da mudança.

Santoro também defendeu o período de transição de 14 meses previsto na proposta e disse acreditar que o mercado absorverá os custos ao longo do tempo.

“Toda mudança que envolve custos econômicos exige uma atenção especial dos agentes de mercado. Ninguém quer ter algum custo aumentado. Acho que a preocupação é relevante, mas eu acredito que tudo isso vai ser ajustado ao longo do tempo”, declarou.

VEJA TAMBÉM:

A CNT mantém posição contrária ao fim da escala 6x1 e afirma que a redução da jornada poderá aumentar os custos operacionais das empresas de transporte. De acordo com a entidade, parte dessas despesas tende a ser repassada aos consumidores, pressionando preços e reduzindo o poder de compra da população.

No setor de logística, a confederação prevê riscos de atrasos nas entregas, perda de eficiência e aumento do valor dos fretes, especialmente em operações com produtos perecíveis e cargas vivas. A entidade também argumenta que a medida exigirá novas contratações em um segmento que já enfrenta escassez de mão de obra.

A proposta que acaba com a escala 6x1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados no fim de maio, em dois turnos, com ampla maioria, e agora aguarda análise do Senado Federal. No entanto, a PEC não deverá seguir diretamente para votação em plenário e, segundo já indicou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, passará pelas comissões temáticas a partir da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será escolhido um relator responsável por emitir parecer sobre a proposta.

A expectativa dos senadores é definir o calendário de tramitação nas próximas semanas, mas ainda não há uma data para a votação final. Caso o Senado aprove o texto sem alterações, a proposta seguirá para promulgação pelo Congresso Nacional; se houver mudanças, a matéria terá de retornar à Câmara dos Deputados para nova análise, o que poderá prolongar o processo legislativo.

Read the full article at Gazeta do Povo
Source document: Minister of Transportation George Santoro

1 reports

Gazeta do PovoIndependentRight4 days ago
Minister rebates transport sector and says end of 6x1 scale is feasible

The Minister of Transportation, George Santoro, stated that the transportation sector can adapt to the potential end of the 6x1 work schedule and downplayed concerns raised by business leaders and industry groups. The proposal to reduce the maximum weekly working hours from 44 to 40 has already been approved by the Chamber of Deputies and is under review in the Senate. Santoro suggested that changes could be implemented gradually through specific rules for different professional categories.

Bias read (Right): The article presents the minister's perspective favorably, emphasizing his confidence in the sector's ability to adapt and suggesting that adjustments can be made without significant issues. It contrasts this with the warnings from the CNT but does not provide balanced representation of their full立场

Official sources cited

  • government Minister of Transportation George Santoro
  • organisation Confederação Nacional dos Transportes (CNT)

Go to the primary sources (2)

The official sources this coverage is built on. Read them directly to bypass framing.

  • governmentMinister of Transportation George Santoro
  • organisationConfederação Nacional dos Transportes (CNT)