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BRMedicine2 days ago

Israeli attacks in Lebanon and delayed signing in Switzerland put US-Iran deal in doubt

New attacks between Israeli forces and the extremist group Hezbollah have raised concerns about the provisional agreement between the United States and Iran aimed at ending the Middle East conflict. Four Israeli soldiers were killed in what Tel Aviv described as one of the deadliest offensives by Hezbollah since the start of the conflict, while Israeli airstrikes reportedly killed at least 18 people in Lebanon. France has urged Washington to pressure Israel to halt hostilities in Lebanon. The agreement signed by U.S. and Iranian presidents calls for an end to military operations by all parties

Novos ataques entre as forças de Israel e o grupo extremista Hezbollah nesta sexta-feira (19) colocam em risco o acordo provisório firmado entre Estados Unidos e Irã para interromper a guerra no Oriente Médio .

Em ações que marcam uma intensificação da violência, quatro soldados israelenses foram mortos numa das ofensivas mais letais já feitas pela organização xiita desde o início do conflito, de acordo com Tel Aviv, enquanto bombardeios atribuídos a Israel mataram pelo menos 18 pessoas em território libanês.

Os episódios motivaram a França a pedir que Washington pressione o seu aliado Israel para interromper as hostilidades no Líbano. O acordo assinado entre os presidentes de EUA e Irã prevê o fim das operações militares de todas as partes envolvidas no conflito do Oriente Médio, incluindo a frente libanesa. Apesar de uma diminuição temporária da violência no início desta semana, os combates voltaram a aumentar.

Em paralelo às ações militares, aumentou a incerteza sobre as negociações entre EUA e Irã destinadas a transformar o memorando assinado nesta semana em um acordo de paz permanente. Uma rodada de conversas técnicas que deveria ocorrer também nesta sexta-feira na Suíça foi adiada.

Segundo autoridades familiarizadas com os preparativos, o vice-presidente dos EUA, J. D. Vance , desistiu de participar do encontro. Os motivos da desistência não estão claros. Também havia indicações de que o principal negociador iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, não compareceria. O governo suíço confirmou o adiamento das negociações e informou que continua disposto a facilitar o diálogo.

Lá Fora

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O entendimento entre Washington e Teerã enfrenta resistência de diferentes lados. Autoridades de Israel criticam o acordo por considerar que ele não resolve de forma adequada as preocupações relacionadas ao programa nuclear iraniano e limita a liberdade de ação militar israelense contra o Hezbollah no Líbano.

Nos EUA, até mesmo aliados republicanos do presidente Donald Trump questionam se a Casa Branca fez concessões excessivas ao conceder alívio de sanções econômicas e desbloquear ativos iranianos.

O líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, afirmou que Trump assinou o acordo "por desespero" e acrescentou que as futuras negociações sobre o programa nuclear não serão fáceis. Segundo ele, o Irã não aceitará exigências excessivas de Washington. O Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano também prometeu responder a qualquer violação do acordo.

O memorando assinado pelos dois países estabelece um prazo de 60 dias para que negociadores cheguem a um entendimento sobre o programa nuclear iraniano e outras questões pendentes, além da criação de um fundo de reconstrução de US$ 300 bilhões para o Irã e outros incentivos financeiros. O acordo também prevê a possibilidade de prorrogação do cessar-fogo temporário.

No Líbano, porém, ataques aéreos israelenses mataram 18 pessoas e feriram outras 33, segundo o Ministério da Saúde do país. As autoridades afirmaram que os bombardeios dificultam os trabalhos de resgate, e disseram que o número de vítimas pode aumentar. Na vila de Harouf, ao nordeste da cidade de Tiro, sete pessoas morreram e várias outras estariam sob os escombros.

Israel afirmou que os ataques tiveram como alvo integrantes e infraestruturas do Hezbollah no sul do Líbano. O Exército israelense justificou a ofensiva sob o argumento de violações do cessar-fogo por parte do grupo apoiado pelo Irã. Em nota, as Forças Armadas de Tel Aviv disseram ter atacado mais de 80 alvos, incluindo centros de comando da organização, e afirmaram ter eliminado dezenas de combatentes.

Os combates mais intensos ocorreram na área da colina Ali al-Taher, ao norte do rio Litani, considerada estrategicamente importante para o Hezbollah. Segundo uma autoridade de segurança libanesa, forças israelenses tentavam avançar na região quando foram alvo de uma emboscada. O Hezbollah afirmou ter destruído três tanques com mísseis guiados e atacado tropas israelenses com foguetes e artilharia. O grupo também informou ter atacado forças enviadas posteriormente para resgatar vítimas.

Sem divulgar detalhes, o Exército israelense confirmou a morte de quatro soldados.

O atual conflito na fronteira começou em 2 de março, quando o Hezbollah passou a atacar posições israelenses em apoio ao Irã, que havia sido atacado por Israel e pelos EUA dias antes. Em resposta, Tel Aviv iniciou uma ampla ofensiva contra o grupo e invadiu o sul do Líbano. Desde então, Israel mantém tropas em uma chamada zona de segurança criada em território libanês sob a justificativa de que a medida é necessária para proteger o norte do país contra ataques do grupo extremista.

A morte dos militares israelenses provocou reações inflamadas dentro do governo de Israel. Os ministros de extrema direita Itamar Ben-Gvir e Bezalel Smotrich defenderam uma resposta mais dura contra o Líbano. Ben-Gvir…

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Source document: Tel Aviv

2 reports

Folha de S.PauloIndependentCenter2 days ago
Israeli attacks in Lebanon and delayed signing in Switzerland put US-Iran deal in doubt

New attacks between Israeli forces and the extremist group Hezbollah have raised concerns about the provisional agreement between the United States and Iran aimed at ending the Middle East conflict. Four Israeli soldiers were killed in what Tel Aviv described as one of the deadliest offensives by Hezbollah since the start of the conflict, while Israeli airstrikes reportedly killed at least 18 people in Lebanon. France has urged Washington to pressure Israel to halt hostilities in Lebanon. The agreement signed by U.S. and Iranian presidents calls for an end to military operations by all parties

Bias read (Center): The article presents factual information without overtly biased language or framing. It reports on events and statements from multiple sources without emphasizing one side over another.

Official sources cited

  • government Tel Aviv
  • government France
Folha de S.PauloIndependentCenter2 days ago
Israel defies Iran-US peace deal and publishes map showing occupied territory in Lebanon

Israel has published a map showing an expanded military control zone in southern Lebanon, challenging terms of a U.S.-Iran agreement that respects Lebanese sovereignty. The 'security zone' extends nearly 10 kilometers into Lebanese territory, with Israeli forces remaining in the area to counter threats from the Iran-aligned Hezbollah group. Israeli officials stated they are conducting 'difficult negotiations' with the Trump administration to maintain the occupied area. The updated map indicates Israeli troops now operate several kilometers north, including areas near Nabatieh, a key Hezbollah据

Bias read (Center): The article presents factual information without overtly biased language or framing. It reports on Israel's actions and statements without taking a clear stance on their legitimacy or implications.

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