ON
← Back to feed
BRCultureOverlooked from the right9 days ago

STF sets a 60-day deadline for big tech companies to comply with the Court's requirements

The Supreme Federal Court (STF) has set a deadline of 60 days for large technology companies to comply with requirements imposed by the Court. The platforms had requested six months to adapt to the changes. This deadline aligns with the period established by President Lula’s (PT) government in decrees that expanded oversight of digital platforms. The justices are reviewing 12 appeals against the decision that increased the liability of social networks for third-party content. So far, nine declaration appeals have been analyzed under the jurisdiction of Minister Dias Toffoli. Minister Luiz Fux,

Julgamento de recursos contra ampliação da responsabilização das big techs será retomado pelo STF na próxima semana. (Foto: Victor Piemonte/STF)

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta quinta-feira (11), para obrigar as big techs a cumprirem as regras exigidas pela Corte em até 60 dias, a partir do final do julgamento. As plataformas pediam seis meses para se adaptarem às mudanças.

O prazo coincide com o estipulado pelo governo Lula (PT) nos decretos que ampliaram a fiscalização de plataformas digitais. Os ministros analisam 12 recursos contra a decisão que ampliou a responsabilização das redes sociais por publicações de terceiro.

Até o momento, nove embargos de declaração foram analisados, todos sob a relatoria do ministro Dias Toffoli . O ministro Luiz Fux é o relator dos demais recursos. O julgamento foi suspenso e será retomado na próxima quarta (17).

VEJA TAMBÉM:

Em junho de 2025, o STF declarou parcialmente inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet. Por 8 votos a 3, a Corte autorizou a remoção de conteúdos pelas plataformas sem a exigência de ordem judicial — entendimento que pode agravar a censura nas plataformas.

Após a decisão, basta uma notificação extrajudicial ao provedor, para a remoção dos seguintes conteúdos ilegais:

atos antidemocráticos;

terrorismo;

induzimento ao suicídio e automutilação;

incitação à discriminação por raça, religião, identidade de gênero, condutas homofóbicas e transfóbicas;

crimes contra a mulher e conteúdos que disseminam ódio contra a mulher;

pornografia infantil;

tráfico de pessoas.

A implementação de medidas sobre o dever de cuidado ficará restrita provedores de aplicações de internet de grande porte (com mais de um milhão de usuários registrados no Brasil).

Também ficou definido que os provedores de aplicações de internet terão responsabilidade solidária pelos eventuais danos causados por publicações de terceiros.

O ministro André Mendonça concordou com o prazo para adequação, mas divergiu em relação à responsabilidade solidária. Segundo ele, diante da possibilidade de punição, as plataformas tenderiam a remover conteúdos de forma preventiva para evitar processos judiciais.

“Ao atribuir a responsabilidade solidária e não subsidiária, estamos gerando um efeito inibitório, no sentido de que as plataformas, por defesa, terão uma tendência a censurar manifestações dos usuários”, disse.

Toffoli recua e acata posição de Moraes sobre representação no Brasil

Nesta quinta (11), Toffoli informou aos colegas que havia mudado de ideia sobre a exigência de representação no país para plataformas consideradas “neutras”, sem fins lucrativos, como a Wikipédia. O relator e o ministro Alexandre de Moraes divergiram sobre o tema na sessão anterior.

Inicialmente, Toffoli defendeu que plataformas sem atuação econômica poderiam atuar no Brasil, sem manter um representante no país. Moraes apontou que limitar essa exigência poderia dificultar a fiscalização de supostos conteúdos ilícitos divulgados por serviços digitais sem fins lucrativos.

Nesta tarde, Toffoli recuou e retirou esse trecho do voto. “Eu, na data de ontem [quarta, 10], houvera acatado essa proposição de que só aqueles com atuação comprovadamente econômica tivessem que ter sede no Brasil, mas eu me convenci — após uma noite de sono — que realmente o mais adequado é retirar esse qualificativo”, afirmou.

VEJA TAMBÉM:

Read the full article at Gazeta do Povo
Source document: Decretos do governo Lula sobre fiscalização de plataformas digitais

1 reports

Gazeta do PovoIndependentLeft9 days ago
STF sets a 60-day deadline for big tech companies to comply with the Court's requirements

The Supreme Federal Court (STF) has set a deadline of 60 days for large technology companies to comply with requirements imposed by the Court. The platforms had requested six months to adapt to the changes. This deadline aligns with the period established by President Lula’s (PT) government in decrees that expanded oversight of digital platforms. The justices are reviewing 12 appeals against the decision that increased the liability of social networks for third-party content. So far, nine declaration appeals have been analyzed under the jurisdiction of Minister Dias Toffoli. Minister Luiz Fux,

Bias read (Left): The article highlights the STF's alignment with the Lula administration's policies, which are associated with leftist politics. It emphasizes the court's enforcement of stricter regulations on big tech, a policy area often linked to progressive agendas. The framing focuses on the expansion of state-

Official sources cited

  • government Decretos do governo Lula sobre fiscalização de plataformas digitais
  • government Marco Civil da Internet

Go to the primary sources (2)

The official sources this coverage is built on. Read them directly to bypass framing.

  • governmentDecretos do governo Lula sobre fiscalização de plataformas digitais
  • governmentMarco Civil da Internet