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BREconomyOverlooked from the left4 days ago

Eduardo Bolsonaro says STF's conviction is aimed at removing him from elections

Ex-federal deputy Eduardo Bolsonaro (PL-SP) stated that his conviction by the Supreme Court (STF) is 'without sense' and claims it aims to remove him from elections. The court sentenced him to 4 years and 2 months in prison for coercion during a trial, along with fines, ineligibility for eight years after serving the sentence, and loss of his position as a police clerk. Bolsonaro claimed he was not formally notified and learned of the decision through the media. He currently resides in the United States.

Eduardo Bolsonaro classificou o julgamento como “sem pé nem cabeça” e questionou a atuação de Alexandre de Moraes. (Foto: EFE/Fernando Bizerra)

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta terça-feira (26) que sua condenação pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) é “sem pé nem cabeça” e tem o objetivo de tirá-lo das eleições. A expectativa do PL era lançar Eduardo como suplente do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), na disputa ao Senado.

O colegiado condenou Eduardo a 4 anos e 2 meses de reclusão por coação no curso do processo. A sentença também prevê o pagamento de 50 dias-multa, cada dia-multa no valor de 2 salários mínimos, inelegibilidade por 8 anos após o cumprimento da pena, e perda do cargo público de escrivão da Polícia Federal.

Em nota, o ex-parlamentar disse que uma “sentença sem respeito ao devido processo legal é nula”. “Por isso o real objetivo deste julgamento sem pé nem cabeça é apenas um: tirar meu nome das eleições”, afirmou.

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Ele alegou que não foi formalmente citado e disse ter tomado conhecimento da decisão apenas pela imprensa. Eduardo mora nos Estados Unidos desde março de 2025. Durante a tramitação da ação penal, o ministro Alexandre de Moraes determinou a citação do ex-deputado por edital.

“Sigo aguardando notificação regular, por carta rogatória, em local certo e sabido. Esse mesmo instrumento foi expedido a outro acusado no processo, mas a mim nunca foi cumprido. Se o meio existe e a própria Corte o reconhece, por que não a mim?”, questionou.

Eduardo afirmou que Moraes, relator do caso, atuou como "vítima e juiz" no processo. “Mais uma vez, é vítima e juiz do mesmo caso, e é por isso que o Brasil passa vergonha internacional de forma recorrente, como até mesmo a mídia tradicional hoje já aponta com frequência”, disse.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou o ex-deputado de articular com autoridades dos Estados Unidos sanções contra o Brasil e contra os ministros da Corte, com o objetivo de garantir a "impunidade" de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Nas alegações finais, a PGR citou a imposição de tarifas comerciais de 50% sobre exportações brasileiras, anunciadas em julho de 2025, a suspensão de vistos de autoridades e a inclusão de Moraes na Lei Magnitsky.

Durante o julgamento, Moraes afastou a preliminar de nulidade por falta de citação, argumentando que Eduardo estava em local incerto no exterior e não atualizou seu domicílio.

O ministro frisou que o ex-deputado tinha pleno conhecimento da acusação, o que seria comprovado por suas próprias postagens em redes sociais comentando etapas do inquérito e do julgamento.

Veja a íntegra da nota de Eduardo Bolsonaro

“Tomo conhecimento, mais uma vez pela imprensa, de que supostamente o STF teria formado maioria para me condenar por algum crime que desconheço. Reitero: até hoje não fui citado na forma da lei. Sigo aguardando notificação regular, por carta rogatória, em local certo e sabido. Esse mesmo instrumento foi expedido a outro acusado no processo, mas a mim nunca foi cumprido. Se o meio existe e a própria Corte o reconhece, por que não a mim?

E 'certo e sabido' não é força de expressão: resido nos Estados Unidos em endereço que a imprensa brasileira fez questão de localizar, filmar e estampar, mandando repórteres até minha porta. Para mandar jornalista, sabem onde estou; para cumprir o devido processo legal, alegam não saber.

Tomo ciência dos fatos pelos jornais, e conhecer a acusação por reportagem não substitui a citação prevista em lei e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário. Moraes pode não gostar, mas não pode escolher quando segui-los. Mais uma vez, é vítima e juiz do mesmo caso, e é por isso que o Brasil passa vergonha internacional de forma recorrente, como até mesmo a mídia tradicional hoje já aponta com frequência.

Qualquer sentença sem respeito ao devido processo legal é nula, e, depois de tantas derrotas internacionais, até Moraes sabe disso. Por isso o real objetivo deste julgamento sem pé nem cabeça é apenas um: tirar meu nome das eleições.

Tenho confiança na restauração da democracia brasileira com a vitória de Flávio Bolsonaro, que permitirá que as centenas de exilados possam, enfim, retornar à sua pátria.”

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Source document: Supreme Court (STF)

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Gazeta do PovoIndependentRight4 days ago
Eduardo Bolsonaro says STF's conviction is aimed at removing him from elections

Ex-federal deputy Eduardo Bolsonaro (PL-SP) stated that his conviction by the Supreme Court (STF) is 'without sense' and claims it aims to remove him from elections. The court sentenced him to 4 years and 2 months in prison for coercion during a trial, along with fines, ineligibility for eight years after serving the sentence, and loss of his position as a police clerk. Bolsonaro claimed he was not formally notified and learned of the decision through the media. He currently resides in the United States.

Bias read (Right): The article presents Eduardo Bolsonaro’s perspective without counterpoints or balanced analysis. It uses direct quotes from Bolsonaro and does not provide opposing viewpoints or contextualize the legal process impartially. The framing emphasizes his claim that the conviction is politically motivated

Official sources cited

  • government Supreme Court (STF)

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  • governmentSupreme Court (STF)