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PTEconomy2 days ago

European Council adopts decisions again at 27, without Hungary's absence

The European Council has once again approved decisions with 27 members, excluding Hungary. The meeting begins today and will continue until after lunch on Friday. The first day includes discussions with European Parliament President Roberta Metsola and leaders of the Council and Commission on a common calendar to advance the deepening of the Internal Market. The agenda aims to remove remaining commercial and regulatory barriers across the EU by the end of 2027. Ukrainian President Volodymyr Zelensky will meet with the 27 EU leaders and urge them to prepare for potential negotiations if the war

Começa nesta quinta-feira, às 17h00, hora de Portugal Continental e só vai terminar na sexta-feira depois de almoço.

O primeiro dia será dedicado a uma troca de pontos de vista com a Presidente do Parlamento Europeu. Roberta Metsola e os líderes do Conselho e da Comissão vão falar sobre calendário comum definido pelas três instituições para se avançar com o aprofundamento do Mercado Interno.

Agora com o lema “ One Europe, one Market ”, o objetivo é o de adequar o Mercado Único às novas exigências. Um ajustamento à realidade que passa por definir novos setores de união, como o da energia, depois de muito se ter discutido a defesa.

A agenda visa eliminar as restantes barreiras comerciais e regulamentares em toda a UE até ao final de 2027. Para isso é preciso impulsionar a competitividade global do bloco, unificando as economias fragmentadas dos Estados-Membros num mercado continental integrado. Presidente ucraniano em Bruxelas

Volodymyr Zelensky estará reunido com os 27. Vai deixar-lhe o apelo, em jeito de aviso, de que a União Europeia deve estar pronta para o caso de a guerra na Ucrânia entrar em fase de negociações.

Já tinha deixado este apelo na Cimeira informal em Nicósia, que marcou a presidência cipriota do Conselho da União Europeia, e vem reforçá-lo a Bruxelas.

Um novo contexto, com uma Ucrânia que já não é vista como estando numa posição de extrema fraqueza – Kiev consegui aguentar a invasão russa apesar do corte do apoio dos Estados Unidos, consolidando uma posição de inovação e de avanços tecnológicos nas indústrias de defesa do país (a Ucrânia é já considerada um parceiro estratégico na defesa e segurança da Europa) – e uma Rússia mais fragilizada, pode surgir uma oportunidade para negociações entre as duas partes.

A União Europeia sempre disse que aceitaria a paz que os ucranianos aceitassem , mas a questão que ainda não tem resposta é a que se refere a qual vai ser a posição da UE se essas negociações avançarem.

Os 27 não são neutros – sobretudo depois de o governo na Hungria ter mudado (Budapeste não será o maior apoiante da Ucrânia, mas já não se opõe ou veta decisões que se traduzam apoio a Kiev) – e é preciso admitir que não terão uma posição de negociadores como bloco.

Oque falta definir é que tipo de papel vai a União desempenhar se essas negociações começarem (entre Ucrânia e Rússia), o que está longe de estar decidido.

O pedido já tinha sido feito em Chipre. Na altura o Primeiro-ministro português foi dos primeiros a dizer que se tinha que começar a pensar em negociar com a Rússia. Um pedido feito pelo Presidente Ucraniano perante o novo cenário quando se está no quinto ano de guerra.

Zelensky quer, de novo, alertar para a necessidade de um “plano de contingência” da União Europeia para “poder ir a jogo” e defender a posição de Kiev. Os 27 vão começar a discutir esta necessidade, mas não se esperam conclusões.

A necessidade de maior urgência, admitem algumas fontes diplomáticas, está também relacionada com o facto de existir um acordo entre os Estados Unidos e o Irão: se Donald Trump deixar de ter atenções concentradas no Médio Oriente pode de novo virar-se para a situação na Ucrânia e a questão pode mesmo colocar-se mais rapidamente que o previsto. Alargamento da União Europeia

Com Montenegro pronto para fazer parte da União Europeia – ao que se prevê já em 2028 – e a Ucrânia e a Moldova a abrirem as negociações de adesão, o alargamento será também discutido pelos países na Cimeira destes dias.

A questão de avançar pelo mérito não está afastada, é exigida, mas a situação da Ucrânia pode ser excecional. O Chanceler alemão propôs que o país pudesse ter um estatuto de país associado, Zelensky rejeitou, mas a possibilidade não está afastada.

Nessa condição a Ucrânia poderia participar nas reuniões dos 27, eventualmente ter um comissário sem pasta, mas nunca teria direito de voto.

Mas a extensão do artigo 42.7 à Ucrânia – o mesmo que prevê que, se um Estado-Membro for alvo de agressão armada no seu território, os restantes países têm a obrigação de lhe prestar ajuda e assistência por todos os meios ao seu alcance – poderia dar garantias de segurança a Kiev. Obviamente que teria que haver negociações para determinar as condições em que a Ucrânia poderia ativar a cláusula de defesa mútua.

Não se prevê um debate estratégico e aprofundado, mas a questão voltará a fazer parte da reunião dos Estados-membros. Próximo Quadro Financeiro Plurianual e os recursos próprios da União Europeia

O Orçamento de longo prazo da União Europeia (que vai vigorar entre 2028 e 2034) será o tema principal desta Cimeira, na sexta-feira.

Os 27 querem dar passos concretos para se garantir que há um acordo antes fim deste ano. Porquê? Porque no próximo há eleições na França e na Itália e isso poderia atrasar as negociações . E o novo Orçamento de longo prazo tem de entrar em vigor a 1 de janeiro de 2028 e, se não acontecer, a União Europeia fica a f…

Read the full article at RTP Notícias
Source document: President of the Council of the European Union, António Costa

2 reports

RTP NotíciasState / PublicCenter2 days ago
EU leaders unanimously adopt conclusions on Ukraine for the first time in 18 months

The leaders of the European Union (EU) have unanimously approved conclusions regarding Ukraine at a summit, marking the first time since December 2024 that all 27 member states agreed on such conclusions. The decisions include extending sectoral sanctions against Russia for another 12 months. Hungary, previously opposed under Viktor Orbán, now supports the conclusions under new Prime Minister Péter Magyar. The EU leaders expressed support for diplomatic efforts to end the war in Ukraine and urged Russia to show genuine willingness for peace.

Bias read (Center): The article presents factual information without overtly biased language or selective emphasis. It reports on the unanimous agreement among EU leaders, mentions the extension of sanctions, and includes quotes from officials without apparent ideological framing. The content remains balanced and does

Official sources cited

  • government President of the Council of the European Union, António Costa
  • government Hungarian Prime Minister Péter Magyar
RTP NotíciasState / PublicCenter3 days ago
European Council adopts decisions again at 27, without Hungary's absence

The European Council has once again approved decisions with 27 members, excluding Hungary. The meeting begins today and will continue until after lunch on Friday. The first day includes discussions with European Parliament President Roberta Metsola and leaders of the Council and Commission on a common calendar to advance the deepening of the Internal Market. The agenda aims to remove remaining commercial and regulatory barriers across the EU by the end of 2027. Ukrainian President Volodymyr Zelensky will meet with the 27 EU leaders and urge them to prepare for potential negotiations if the war

Bias read (Center): The article provides a factual summary of the European Council meeting and mentions Zelensky's appeal without taking a clear stance or using biased language.

Official sources cited

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The official sources this coverage is built on. Read them directly to bypass framing.

  • governmentPresident of the Council of the European Union, António Costa
  • governmentHungarian Prime Minister Péter Magyar
  • governmentEuropean Council Meeting Agenda