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BREconomy11 days ago

Alcolumbre cites elections and holds back controversial agendas: Either everyone votes, or no one votes.

Brazilian Senate leader Alcolumbre states he cannot selectively approve legislative proposals by category, arguing that approving all pending bills would require financial resources far exceeding Brazil's current budget.

Alcolumbre afirma que não pode escolher quais categorias beneficiar e que aprovar todos os projetos exigiria “10 Brasis para pagar a conta”. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta terça-feira (9) que “não pode ser seletivo” para pautar propostas que alteram pisos salariais de diversas categorias em ano eleitoral.

A declaração ocorreu em meio a cobrança de senadores pelas votações e do governo Lula (PT), que tenta evitar a análise de matérias com grande impacto orçamentário, as pautas-bomba .

“Ou vou botar na pauta todas as PECs, todos os pisos e todas as solicitações, ou não vou votar nenhum”, disse Alcolumbre durante a sessão. Segundo ele, 31 projetos estão prontos para votação, mas, na prática, não há como a União bancar todos os reajustes.

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“Em ano de eleição, isso aqui é muito complexo, porque se colocar para votar, todos vão votar sim e vamos ter que arrumar 10 Brasis para pagar. Aí fica sendo eu o culpado, que não quer dar um piso para um médico que salva a vida das pessoas”, apontou.

Entre as propostas que aguardam votação estão a PEC que concede aposentadoria a agentes de saúde, a PEC que amplia a parcela mínima destinada pela União, estados e municípios ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS), o projeto de lei sobre a renegociação das dívidas dos produtores rurais e o novo piso salarial de médicos e dentistas.

Alcolumbre disse que tem sido “acusado de ser o culpado por todos os problemas do Brasil”.

"Eu quero ajudar os agentes comunitários de saúde, que andam na rua, no sol e na chuva, correndo risco de vida, mas a gente vai conseguir [arcar com os custos]? Vai ter uma fonte de arrecadação?", questinou o presidente do Senado.

Alcolumbre e Durigam discutem pauta-bomba

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, fez um apelo para que o Congresso evite aprovar pautas com grande impacto orçamentário. Segundo apuração do Valor Econômico , Durigan se reuniu com Alcolumbre nesta tarde para discutir o tema.

O governo avalia que somadas as propostas consideradas pautas-bomba podem custar R$ 270 bilhões aos cofres públicos nos próximos anos.

“Estou muito triste de ficar dizendo [aos colegas]: ‘Não posso pautar, o Estado brasileiro não vai resistir, os municípios brasileiros não vão ter condições de pagar’”, lamentou o senador.

Em resposta, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), disse “se solidarizar” com Alcolumbre diante das cobranças.

“É preciso ter serenidade para que a gente faça as coisas. Todas as categorias são merecedoras, porém nós precisamos ter um pouco de equilíbrio”, destacou o líder.

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Source document: Statement by Davi Alcolumbre

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Gazeta do PovoIndependentCenter11 days ago
Alcolumbre cites elections and holds back controversial agendas: Either everyone votes, or no one votes.

Brazilian Senate leader Alcolumbre states he cannot selectively approve legislative proposals by category, arguing that approving all pending bills would require financial resources far exceeding Brazil's current budget.

Bias read (Center): Loaded language ('bomb-agenda items') and framing of obstruction carry slightly critical undertones toward the political figure.

Official sources cited

  • government Statement by Davi Alcolumbre

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The official sources this coverage is built on. Read them directly to bypass framing.

  • governmentStatement by Davi Alcolumbre