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BRMedicine5 days ago

The US authorizes the sale of missiles to Brazil and links the purchase to drug trafficking operations

The U.S. Department of State notified Congress that it has authorized the sale of 100 FIM-92K Stinger Block I missiles to Brazil. The sale, valued at approximately $330 million, includes launchers, engineering assistance, integration support, technical support, and logistical services. The department stated that the sale would allow Brazil to take greater responsibility for its national security and operations against drug trafficking within its borders and region. It also noted that the acquisition would help Brazil address current and future threats by enhancing its air defense capabilities.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, observa enquanto o presidente Donald Trump faz declarações durante reunião de gabinete na Casa Branca: Washington segue monitorando ações no Brasil (Foto: WILL OLIVER/EFE/EPA/POOL)

O governo dos Estados Unidos notificou o Congresso americano na semana passada que autorizou a venda de 100 mísseis FIM-92K Stinger Block I ao governo do Brasil. A notificação foi divulgada pelo Departamento de Estado em comunicado publicado no último dia 11 no qual Washington vinculou a compra ao reforço da segurança territorial brasileira e a operações contra o narcotráfico.

Segundo o Escritório de Assuntos Político-Militares do Departamento de Estado, a negociação tem custo estimado de US$ 330 milhões (cerca de R$ 1,67 bilhão, na cotação mais recente). Os mísseis foram vendidos no âmbito de um pacote que inclui ainda lançadores, assistência de engenharia, apoio à integração, suporte técnico e serviços logísticos.

De acordo com o comunicado do Departamento de Estado, a venda permitirá que o Brasil assuma “maior responsabilidade por sua própria segurança territorial” e por “operações contra o narcoterrorismo dentro de suas fronteiras e em sua área regional”. A pasta também afirmou que a aquisição ajudará o país a enfrentar ameaças atuais e futuras ao ampliar sua capacidade de defesa aérea.

O Departamento de Estado afirmou que os mísseis Stinger apoiarão os esforços de modernização da defesa brasileira e ajudarão na proteção do espaço aéreo sul-americano contra operações de tráfico ilícito. Segundo Washington, o Brasil não terá dificuldade para incorporar os equipamentos às suas Forças Armadas.

A autorização ocorre poucas semanas depois de os Estados Unidos classificarem as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. O anúncio foi feito em maio pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, que classificou os dois grupos como as organizações criminosas mais violentas do Brasil.

O Stinger integra um sistema portátil de defesa antiaérea de curto alcance, usado para atingir aeronaves, helicópteros e outros alvos aéreos em baixa altitude. O equipamento é guiado por sistema infravermelho e pode ser transportado por tropas em campo, o que permite defesa aérea em nível tático.

Apesar da justificativa americana vinculada ao combate ao narcotráfico, o uso planejado pelo Exército Brasileiro deve estar ligado principalmente à modernização da defesa antiaérea. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo , os Stinger devem substituir o antigo sistema russo Igla-S, atualmente em uso no Exército e na Força Aérea Brasileira.

Ainda de acordo com o jornal, o mais provável é que os novos mísseis sejam destinados a brigadas de pronta resposta e a grupos de artilharia antiaérea de baixa altura das Divisões de Exército e dos Comandos Militares de Área. A destinação final do material deverá ser definida em reunião do Alto-Comando do Exército.

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Source document: Department of State Communication

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Gazeta do PovoIndependentCenter5 days ago
The US authorizes the sale of missiles to Brazil and links the purchase to drug trafficking operations

The U.S. Department of State notified Congress that it has authorized the sale of 100 FIM-92K Stinger Block I missiles to Brazil. The sale, valued at approximately $330 million, includes launchers, engineering assistance, integration support, technical support, and logistical services. The department stated that the sale would allow Brazil to take greater responsibility for its national security and operations against drug trafficking within its borders and region. It also noted that the acquisition would help Brazil address current and future threats by enhancing its air defense capabilities.

Bias read (Center): The article presents factual information about a military sale authorization without overtly favoring any political side. It reports on an official statement from the U.S. Department of State and does not include commentary or framing that suggests a particular ideological leaning.

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