A missão da Guarda Nacional Republicana (GNR) no controlo de fronteiras do aeroporto de Lisboa terminou no domingo, 5 de julho, após um reforço operacional que começou em janeiro. Esta operação visava aumentar a capacidade de resposta policial durante as obras de ampliação do aeroporto e a formação de novos agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP). Na segunda-feira, 7 de julho, 367 novos agentes da PSP começaram um estágio operacional, com 170 a serem alocados ao aeroporto de Lisboa e os restantes distribuídos por outros locais. O diretor nacional da PSP elogiou a colaboração e o profissionalismo da GNR, destacando o sucesso da missão conjunta. O ministro da Administração Interna mencionou que o aumento do número de passageiros está colocando pressão sobre as infraestruturas aeroportuárias, com Portugal a receber atualmente 20 mil passageiros a mais por dia do que no mesmo período do ano anterior. Além disso, as companhias aéreas e aeroportos europeus solicitaram à Comissão Europeia a suspensão do novo sistema de controlo de fronteiras da UE durante o verão, argumentando que está causando esperas prolongadas.
Bias read (Center): O artigo apresenta uma cobertura equilibrada da operação policial e seus impactos, sem favorecer qualquer partido político ou posição ideológica específica. Ele descreve tanto a contribuição da GNR quanto a nova força da PSP, além de incluir declarações oficiais e preocupações governamentais, mantêm


