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38% of voters consider Lula's government bad or terrible, according to Datafolha
BR🏛️ Politics13 days ago

38% of voters consider Lula's government bad or terrible, according to Datafolha

According to a Datafolha survey released on Saturday (20), 38% of Brazilian voters rate President Luiz Inácio Lula da Silva’s government as bad or terrible, while 32% view it as good or excellent, and 29% consider it average. These figures show little change compared to a similar survey conducted at the end of May, which reported identical percentages for negative evaluations (38%) and positive ones (32%), with a slight increase in the 'average' category from 28% to 29%. The survey was conducted between June 17 and 19, overlapping with a federal police operation targeting Senator Jaques Wagner, a key figure in Lula’s government. Meanwhile, Lula’s personal approval rating remains at 48%, with disapproval rising slightly to 49%, resulting in a statistical tie considering the 2 percentage point margin of error. The survey was commissioned by Folha da Manhã S/A and includes 2,004 interviews.

Lula lidera segundo turno com 48,1%, contra 42,9% de Flávio Bolsonaro, segundo pesquisa Apex/Futura divulgada nesta terça-feira (16). A pesquisa, conduzida entre os dias 8 e 12 de junho com 2.000 participantes, revela uma vantagem mínima de aproximadamente cinco pontos percentuais para o ex-presidente. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos, o que significa que os resultados podem variar dentro dessa faixa. Essa posição representa uma pequena melhoria em comparação ao primeiro turno, onde Lula obteve 41,6% e Flávio 34,1%. Os candidatos restantes, incluindo Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Joaquim Barbosa (DC), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Augusto Cury (Avante), têm participação significativamente menor, variando entre 0,9% e 4,5%.

A pesquisa também aponta uma leve recuperação na popularidade de Lula, que cresceu de 37,5% para 39,8% de acordo com a avaliação positiva do governo. Por outro lado, a porcentagem de pessoas que consideram o governo ruim ou péssimo aumentou ligeiramente, de 45,7% para 41,4%. Esses dados sugerem que, embora haja uma melhora na percepção geral do presidente, ainda existem preocupações significativas entre os eleitores. Além disso, a pesquisa destacou uma leve melhora na aceitação do Supremo Tribunal Federal (STF), que passou de 33,9% para 38,3% de aprovação, enquanto o Congresso Nacional registrou aumento na rejeição, subindo de 54,3% para 51,1% de desaprovação, e de 60,1% para 58,8% de rejeição.

O governo Lula tem investido significativamente em estratégias de comunicação para fortalecer sua imagem. A Secretaria de Comunicação Social (Secom), sob comando do ministro Sidônio Palmeira, renovou contratos milionários de publicidade institucional, totalizando R$ 562,5 milhões. Uma das campanhas mais caras foi a defesa do fim da escala 6x1, que custou R$ 80 milhões e foi amplamente divulgada nas redes sociais. Além disso, o Partido dos Trabalhadores (PT) lançou um programa de capacitação para militantes digitais, visando aumentar a presença do presidente nas plataformas online. Essas ações refletem uma estratégia de comunicação mais abrangente, combinando meios tradicionais e digitais para alcançar diferentes segmentos da população.

A campanha do governo também enfatiza políticas públicas como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil, o programa Desenrola Brasil e o Gás do Povo. Além disso, o governo tem usado o conceito de "Brasil Soberano" para ressaltar suas posições diante das tensões comerciais com os Estados Unidos. Essas iniciativas são vistas como ferramentas importantes para construir uma narrativa favorável à reeleição de Lula. Apesar desses esforços, a pesquisa Datafolha mostra que 38% dos eleitores ainda consideram o governo ruim ou péssimo, enquanto apenas 32% o avaliam como bom ou ótimo. Isso indica que, apesar da melhoria, o desafio de convencer a maioria da população continua.

A situação política também está influenciada por eventos recentes, como a aprovação da PEC que acaba com a escala 6x1, uma das principais bandeiras do governo. A medida, que custou R$ 80 milhões em campanhas, ainda precisa ser analisada pelo Senado. Além disso, a classificação de grupos criminosos como terroristas pelos EUA gerou reações negativas no Brasil, especialmente entre setores que apoiam o governo. Esses fatores adicionais complicam o ambiente político e exigem que o governo continue ajustando sua estratégia para manter a força de Lula no segundo turno.

Com a proximidade das eleições, a expectativa é de que a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro seja cada vez mais acirrada. Embora a pesquisa Apex/Futura indique uma vantagem mínima para o ex-presidente, a competição será determinada por fatores como mobilização eleitoral, estratégias de comunicação e o impacto de eventos externos. Enquanto isso, o governo segue trabalhando para consolidar sua imagem, buscando equilibrar entre a retórica política e as realidades econômicas e sociais do país. A eleição de 2026 parece estar se tornando uma batalha complexa, com múltiplas dimensões que envolvem não apenas a opinião pública, mas também as relações internacionais e a dinâmica política nacional.

How each side covered it

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4 reports

Folha de S.Paulo logoFolha de S.PauloIndependentCenterFactual 93Objective 8718 days ago
Lula has 48.1%, compared to 42.9% of Fl vio in the second round, says Apex/Future survey

A pesquisa Apex/Futura divulgada pela Folha de S.Paulo indica que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras com 48,1%, contra 42,9% de Flávio Bolsonaro (PL). A pesquisa foi realizada entre 8 e 12 de junho com 2.000 pessoas e possui uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais. No primeiro turno, Lula aparece com 41,6% e Flávio com 34,1%. Outros candidatos têm menos de 5% cada. A pesquisa também aponta uma leve recuperação da popularidade de Lula, com 39,8% considerando seu governo como 'ótimo' ou 'bom', contra 37,5% na pesquisa anterior. Há um

Bias read (Center): The article presents polling data without overtly biased language or selective sourcing. It reports percentages for both candidates and provides context about the methodology and margin of error. The framing remains neutral, focusing on statistical results rather than endorsing any candidate.

Why these scores (Factual 93 · Objective 87): The Apex/Futura poll results are clearly stated with percentages and methodology. The article includes additional context on Lula’s approval ratings and government perception, which adds depth while maintaining factual accuracy.

CartaCapital logoCartaCapitalIndependentCenterFactual 85Objective 8018 days ago
Lula's popularity less than four months after the election, according to CNT/MDA

A pesquisa CNT/MDA divulgada pela CartaCapital mostra que a popularidade do presidente Lula está em 35,3% de avaliação positiva, contra 34,3% de negativa, indicando um empate técnico, mas com uma leve melhora desde abril. A pesquisa foi feita com 2.002 entrevistados entre 10 e 14 de junho, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Bias read (Center): The article presents factual data from a survey without overtly biased language or framing. It reports the results neutrally, noting both positive and negative evaluations of President Lula’s administration and personal performance. There is no clear emphasis on one side over the other, and the data

Why these scores (Factual 85 · Objective 80): The article presents factual data from a CNT/MDA poll showing Lula's approval ratings, with clear methodology and margin of error. The information aligns with cross-source consensus, though it frames the results as 'beneficial' for Lula, slightly leaning toward positive interpretation.

Gazeta do Povo logoGazeta do PovoIndependentCenterFactual 80Objective 6521 days ago
Government is betting on multimillion-dollar advertising to try to regain Lula's popularity

The Brazilian government is increasing investments in institutional advertising and launching multi-million campaigns aimed at restoring President Lula's popularity ahead of elections.

Bias read (Center): The article presents a factual statement without overtly biased language, framing, or sourcing. It reports on the government's actions without taking a stance on their effectiveness or intent.

Why these scores (Factual 80 · Objective 65): The article provides specific financial figures and details about government communication efforts, which appear factual. However, it uses terms like 'try to recover popularity' and emphasizes the scale of spending, suggesting a bias in favor of the government's actions.

Gazeta do Povo logoGazeta do PovoIndependentCenter13 days ago
38% of voters consider Lula's government bad or terrible, according to Datafolha

According to a Datafolha survey released on Saturday (20), 38% of Brazilian voters rate President Luiz Inácio Lula da Silva’s government as bad or terrible, while 32% view it as good or excellent, and 29% consider it average. These figures show little change compared to a similar survey conducted at the end of May, which reported identical percentages for negative evaluations (38%) and positive ones (32%), with a slight increase in the 'average' category from 28% to 29%. The survey was conducted between June 17 and 19, overlapping with a federal police operation targeting Senator Jaques Wagner, a key figure in Lula’s government. Meanwhile, Lula’s personal approval rating remains at 48%, with disapproval rising slightly to 49%, resulting in a statistical tie considering the 2 percentage point margin of error. The survey was commissioned by Folha da Manhã S/A and includes 2,004 interviews.

Bias read (Center): The article presents factual data from a reputable polling institute (Datafolha) without overtly biased language or selective emphasis. It reports both positive and negative ratings for Lula’s government and notes the stability of these numbers over time. While the context includes political events,

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